Segundo dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), mais de 1,3 milhão de pessoas passaram a contar com um plano de saúde em junho. É o maior salto desde a pandemia — e não é por acaso.
Esse crescimento de 2,7% no número de beneficiários não é só uma boa notícia para o setor: ele revela uma mudança silenciosa no comportamento do consumidor brasileiro.
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O que está por trás desse movimento?
- Adoecer está caro. Com o custo médio de uma internação ultrapassando R$ 10 mil em hospitais privados, cada vez mais pessoas estão optando por prevenir, em vez de remediar.
- A saúde virou prioridade nas empresas. Em um mercado competitivo, o plano de saúde corporativo tem sido chave para atrair e reter talentos. RHs estão apostando em benefícios que fazem diferença de verdade.
- O mercado se adaptou. Hoje há planos para MEIs, famílias, autônomos e pequenas empresas. Há opções com coparticipação, por região, com redes mais enxutas. A saúde virou mais acessível.
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Uma nova mentalidade está se formando.
Planos de saúde deixaram de ser vistos como um “luxo distante” e passaram a ser parte de uma estratégia de proteção pessoal e financeira.
Em vez de improvisar, o brasileiro está buscando previsibilidade
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Se você ainda não parou pra revisar seu plano (ou nem tem um)… talvez seja hora.
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