Seguro de vida ainda é um dos produtos mais rejeitados e mal interpretados do mercado. E não é à toa: segundo dados da FenaPrevi, 55% dos brasileiros não sabem exatamente o que o seguro de vida cobre — ou para que ele serve.
O resultado disso? Um produto visto com desconfiança, associado apenas à morte, ou rotulado como “gasto desnecessário”.
Mas a verdade é outra. O seguro de vida está muito longe de ser um tabu ou um luxo.
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O que o brasileiro (ainda) não sabe sobre seguro de vida
- Ele pode cobrir doenças graves, invalidez, incapacidade temporária — e não só falecimento • Você pode usar o valor em vida, dependendo do tipo de cobertura
- É possível contratar seguros com coberturas personalizadas, com preços acessíveis
- Pode ser usado para proteger sócios, garantir a continuidade de empresas, cuidar de herdeiros ou servir como reserva emergencial
E o mais importante: Você escolhe os beneficiários, o valor e como ele será usado. Ou seja, é você no controle.
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O que está por trás da rejeição?
As pesquisas mostram que o problema não é o seguro em si — é a falta de informação. Quando explicado com clareza, o seguro de vida tem alta aceitação, especialmente entre pessoas que valorizam previsibilidade e cuidado com a família.
Ou seja: ninguém recusa proteção. As pessoas só não compram o que não entendem.
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Como mudar esse cenário?
A resposta está em informação, clareza e escuta. E é isso que acreditamos na Lemmo: vender seguro é, antes de tudo, ensinar a proteger.
Se você ainda tem dúvidas sobre o que pode ou não ser incluído em um seguro de vida — ou quer rever uma apólice antiga — fale com nosso time. A gente descomplica tudo pra você tomar a melhor decisão.